quarta-feira, 3 de outubro de 2012


Prantos de uma mãe sem filho, que joga as lembranças da cria ao vento do verão que desfaz as mais bonitos dos cachos e derrete o mais frio dos corações. As lágrimas maternas tão salgadas quanto ao de um primogênito ligado á mãe pela tênue linha do alimento. A corrente de sangue onde as lágrimas é que coagulam.
Sangra madre, sangra!

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